Salário-Maternidade: Garantindo Seus Direitos Durante a Maternidade

ENTENDA

Mas afinal, o que é o Salário-Maternidade?

Salário-Maternidade é um benefício previdenciário pago pelo INSS, garantido às mulheres que deram à luz, adotaram uma criança ou passaram por aborto nos casos previstos em lei.

Ele assegura uma renda durante o período de afastamento, permitindo que a mãe cuide do bebê com mais tranquilidade e sem prejuízo financeiro.

Mesmo mulheres desempregadas, autônomas, MEIs ou trabalhadoras rurais podem ter direito, desde que cumpram os requisitos legais.

De acordo com o histórico de contribuições, o valor total do benefício pode chegar a R$ 14.900,00.

Quer saber se você tem direito?
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Quem pode ter direito?

Mães com filhos
de até 5 anos.

Mulheres que já contribuíram para o INSS, mesmo que por pouco tempo.

Mães desempregadas quando o bebê nasceu.

Mulheres que perderam seus bebês (natimorto).

Trabalhadoras que se desligaram do emprego durante a gravidez.

Mães desempregadas ou que trabalham sem registro em carteira.

Mães com pelo menos uma contribuição ao INSS.

Mães que pediram demissão ou foram demitidas por justa causa ou sem justa causa durante a gravidez.

Você se enquadra em alguma das regras acima?

Se você ainda não solicitou o benefício ou teve o pedido negado, não desista. Isso não significa que você perdeu o seu direito.

Muitas negativas acontecem por falta de orientação adequada, documentos incompletos ou até erros na análise do INSS — e a boa notícia é que, em muitos casos, é totalmente possível reverter essa decisão.

Se o seu filho tem menos de 5 anos, ainda pode haver tempo para solicitar o benefício ou revisar o pedido e receber os valores devidos.

Cada caso precisa ser analisado com atenção, considerando o seu histórico de contribuições e o período de qualidade de segurada.

Nossa equipe pode avaliar sua situação de forma rápida, segura e gratuita, identificando a melhor estratégia para buscar a aprovação do seu benefício e garantir o valor que é seu por direito.

+2.400

Mães atendidas

98%

Aprovação

R$ 6.4k

Valor médio

4.9★

Avaliação Google

Dra. Andrezza Querino

Sou advogada especialista em Direito Previdenciário, com sólida formação acadêmica e ampla experiência na defesa dos direitos dos segurados do INSS. Possuo pós-graduação em Direito Previdenciário e atuo também como professora universitária da área, o que me permite unir conhecimento técnico, atualização constante e atendimento de excelência.

Minha atuação é voltada para demandas como aposentadorias, salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio-acidente, pensão por morte e BPC/LOAS, sempre buscando soluções seguras e eficientes para cada cliente. Além disso, exerço a função de Conselheira Ética da OAB, reforçando meu compromisso com a ética, a responsabilidade e a valorização da advocacia.

Acredito que cada caso merece atenção individualizada. Por isso, ofereço um atendimento próximo, transparente e humanizado, acompanhando cada etapa do processo para garantir mais segurança, tranquilidade e a defesa dos direitos de quem busca auxílio previdenciário.

Como funciona o processo?

Análise do seu caso

O primeiro passo é verificar se a segurada tem direito ao Salário-Maternidade, analisando documentos básicos e contribuições ao INSS.

Solicitação do benefício

Após a análise, é feito o pedido do Salário-Maternidade junto ao INSS, com a apresentação dos documentos necessários para comprovar o direito ao benefício.

Receba seu benefício

Após o protocolo, o processo é acompanhado até a decisão do INSS. Em caso de negativa, é possível recorrer ou buscar a via judicial para garantir o benefício.

Dúvidas frequentes

Quem tem direito ao Salário-Maternidade?
Têm direito ao benefício mulheres que contribuem para o INSS, incluindo trabalhadoras com carteira assinada, autônomas, MEI, contribuintes individuais, seguradas facultativas e também seguradas especiais, como trabalhadoras rurais.
O benefício normalmente é pago por 120 dias, podendo começar até 28 dias antes do parto ou a partir do nascimento do bebê.
Não necessariamente. Em alguns casos, mesmo sem estar trabalhando no momento do parto, ainda é possível ter direito ao benefício se você estiver dentro do chamado período de qualidade de segurada do INSS.

Sim. A MEI pode ter direito ao Salário-Maternidade mesmo sem estar com todas as contribuições em dia, desde que cumpra a carência mínima (não tem mais carencia) e mantenha a qualidade de segurada na data do nascimento do bebê.

De acordo com STF, no julgamento das ADIs 2.110 e 2.111 não existe mais carência para nenhum tipo de segurado.

Depende da categoria. Para contribuintes individuais, facultativas e MEIs, geralmente é necessário ter pelo menos uma contribuição antes do parto ou da adoção.
O ponto principal é a qualidade de segurada na data do nascimento do bebê. Pouco importa se ela perdeu essa condição posteriormente, na data do requerimento.
Sim. Mulheres que adotam uma criança ou obtêm guarda judicial para fins de adoção também podem ter direito ao benefício.
Quando o benefício é negado, é possível analisar o caso e apresentar recurso ou entrar com ação judicial para buscar o reconhecimento do direito.
O valor depende da forma de contribuição da segurada. Para trabalhadoras com carteira assinada, geralmente corresponde ao valor do salário. Para outras categorias, o cálculo é feito com base nas contribuições ao INSS.
Sim. O pedido pode ser feito após o nascimento, respeitando o prazo e apresentando os documentos necessários ao INSS.

Sim, em casos específicos como o falecimento da mãe ou em processos de adoção e guarda para fins de adoção

O benefício é devido a um dos parceiros que adotar a criança, garantindo o período de 120 dias para o cuidado inicial.

Horários de atendimento:
Segunda a Sexta – 08:00 às 17:00

Endereço:
Av. João César de Oliveira, 2792, Bairro Eldorado
Contagem – MG

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